Convite à aventura

Quem utiliza diariamente os transportes públicos saberá tão bem quanto eu como esta experiência é rica em sensações e experiências, se fosse a contar todas as peripécias que já presenciei e vivi daria para fazer um post diário durante, pelo menos, um mês.
Não há nada apanhar um autocarro ou o metro pela manhã, muitos de nós saem fresquinhos de casa depois de tomar um duche, cheirosos e engomados, e a realidade com que nos deparamos nos transportes públicos não é bem essa...digamos que a diversidade nem sempre é agradável… Facilmente ficamos esborrachados em alguém que não tomou banho de manhã, com azar nem nessa semana, e não mudou de roupa, de tal forma que o odor é de tal forma nauseabundo que creio, caso fosse embotelhado, conseguiria facilmente ser uma arma.
A parte de ir qual sardinha enlatada também é fenomenal! É sempre agradável sentir as protuberâncias e o toque dos nossos companheiros de conserva (estou a ser irónica!), sobretudo quando é uma senhora que não se incomoda nada de achatar o peito contra nós, ou um senhor que ainda não reparou que encostar demasiado o volume que tem nas calças é deveras incomodativo, no mínimo…ah e como esquecer as carícias trocadas…quando alguém coloca a mão áspera, sapuda e transpirada sobre a nossa nos fantásticos ferros que servem para tentarmos manter o equilíbrio! Com sorte esta sensação é ainda mais fantástica, quando é a pele transpirada de alguém que toca na nossa, ou ainda quando chove, alguém molhado que se encosta, quando não é a sombrinha ou guarda-chuva, que devido ao seu formato, ocasionalmente se enfia nas nossas concavidades corporais.
Depois não há meios de transporte mais multicultural e multiracial, reunindo pessoas de todas as raças e credos, não sendo difícil apanhar um senhor de turbante ou uma freira. Factos estes que permitem uma visão mais abrangente da realidade de que muitas vezes ignoramos. E é sempre uma oportunidade para observar o comportamento humano, há de tudo!
Há quem puxe o cidadão cego, que tentava dar com a porta do metro, pelos ombros para dentro da carruagem; quem empurre todos os que se encontram à sua frente para conseguir lugar na carruagem, para muitas vezes ficarem meio de fora; e pior ainda, quem aproveite os momentos de proximidade com o seu dissemelhante para satisfazer as suas taras, esfregando-se com aquela ar lascivo nos desgraçados que ficam à sua frente.
Por isso, caríssimo, caso ainda não tenha embarcado nesta aventura fantástica dos transportes públicos, junte-se a nós!
Não há nada apanhar um autocarro ou o metro pela manhã, muitos de nós saem fresquinhos de casa depois de tomar um duche, cheirosos e engomados, e a realidade com que nos deparamos nos transportes públicos não é bem essa...digamos que a diversidade nem sempre é agradável… Facilmente ficamos esborrachados em alguém que não tomou banho de manhã, com azar nem nessa semana, e não mudou de roupa, de tal forma que o odor é de tal forma nauseabundo que creio, caso fosse embotelhado, conseguiria facilmente ser uma arma.
A parte de ir qual sardinha enlatada também é fenomenal! É sempre agradável sentir as protuberâncias e o toque dos nossos companheiros de conserva (estou a ser irónica!), sobretudo quando é uma senhora que não se incomoda nada de achatar o peito contra nós, ou um senhor que ainda não reparou que encostar demasiado o volume que tem nas calças é deveras incomodativo, no mínimo…ah e como esquecer as carícias trocadas…quando alguém coloca a mão áspera, sapuda e transpirada sobre a nossa nos fantásticos ferros que servem para tentarmos manter o equilíbrio! Com sorte esta sensação é ainda mais fantástica, quando é a pele transpirada de alguém que toca na nossa, ou ainda quando chove, alguém molhado que se encosta, quando não é a sombrinha ou guarda-chuva, que devido ao seu formato, ocasionalmente se enfia nas nossas concavidades corporais.
Depois não há meios de transporte mais multicultural e multiracial, reunindo pessoas de todas as raças e credos, não sendo difícil apanhar um senhor de turbante ou uma freira. Factos estes que permitem uma visão mais abrangente da realidade de que muitas vezes ignoramos. E é sempre uma oportunidade para observar o comportamento humano, há de tudo!
Há quem puxe o cidadão cego, que tentava dar com a porta do metro, pelos ombros para dentro da carruagem; quem empurre todos os que se encontram à sua frente para conseguir lugar na carruagem, para muitas vezes ficarem meio de fora; e pior ainda, quem aproveite os momentos de proximidade com o seu dissemelhante para satisfazer as suas taras, esfregando-se com aquela ar lascivo nos desgraçados que ficam à sua frente.
Por isso, caríssimo, caso ainda não tenha embarcado nesta aventura fantástica dos transportes públicos, junte-se a nós!

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