Porque a Sida existe.....
"Apesar de ser considerado um dos maiores flagelos da história da Humanidade, o vírus da Sida continua a ser, para muitos, um problema dos… outros. Perspectiva que não é exclusiva da população portuguesa – estima-se que no nosso País existam cerca de 32 mil pessoas portadoras do vírus do HIV, de acordo com números divulgados pelo Programa das Nações Unidas para a Sida (ONU Sida) –, o que justifica o incremento de iniciativas que alertem as populações para as reais dimensões desta epidemia. O dia 1 de Dezembro é o paradigma desta necessidade, já que é esta a data que consagra a nível mundial o combate à Sida.
Ainda que seja uma doença conhecida desde o início dos anos 80, a população portuguesa – na qual impera uma larga maioria de pessoas que jamais fizeram um teste de despistagem da SIDA – continua a carecer de campanhas de informação que alertem para a verdadeira dimensão dos riscos de contágio.
Apesar dos avanços em matéria de investigação científica, a Sida continua a ser uma doença sem cura nem vacina preventiva, facto que apela para a necessidade de informar e, sobretudo, educar. Diferentes estudos sobre a propagação do vírus já demonstraram que o perigo de infecção está directamente ligado a comportamentos de risco associados a situações sociais também elas de risco.
O contágio pelo vírus do HIV processa-se através de relações sexuais sem protecção com uma pessoa infectada, ou em contactos sanguíneos. Pode produzir-se também a nível uterino, da mãe infectada para o bebé, ainda que esta forma possa ser evitada mediante diagnóstico de tratamento precoce. Ao entrar no organismo, o HIV ataca o sistema imunitário, tornando a pessoa infectada permeável a outras doenças, as infecções oportunistas."
Ainda que seja uma doença conhecida desde o início dos anos 80, a população portuguesa – na qual impera uma larga maioria de pessoas que jamais fizeram um teste de despistagem da SIDA – continua a carecer de campanhas de informação que alertem para a verdadeira dimensão dos riscos de contágio.
Apesar dos avanços em matéria de investigação científica, a Sida continua a ser uma doença sem cura nem vacina preventiva, facto que apela para a necessidade de informar e, sobretudo, educar. Diferentes estudos sobre a propagação do vírus já demonstraram que o perigo de infecção está directamente ligado a comportamentos de risco associados a situações sociais também elas de risco.
O contágio pelo vírus do HIV processa-se através de relações sexuais sem protecção com uma pessoa infectada, ou em contactos sanguíneos. Pode produzir-se também a nível uterino, da mãe infectada para o bebé, ainda que esta forma possa ser evitada mediante diagnóstico de tratamento precoce. Ao entrar no organismo, o HIV ataca o sistema imunitário, tornando a pessoa infectada permeável a outras doenças, as infecções oportunistas."
Este texto foi escrito por um amigo meu, e achei, sem dúvida, importante divulgar esta informação, sobre algo que tem provocado tanto sofrimento no mundo.


